1. Alto teor de impurezas nas matérias-primas: poeira, partículas descoloridas ou proporção excessivamente alta de material reciclado de baixa pureza misturado com as partículas de EVA.
2. Temperatura de processamento inadequada: Uma temperatura muito baixa resulta em fusão insuficiente do EVA; uma temperatura muito alta causa ligeira degradação do material, produzindo moléculas voláteis ou amarelecimento.
3. Superfícies da matriz/rolo sujas: Material acumulado, óleo ou arranhões nas superfícies do canal da matriz e do rolo da calandra afetam a suavidade da superfície da folha.
4. Taxa de resfriamento lenta: A cristalinidade molecular excessiva durante o resfriamento e modelagem da folha prejudica a transparência.
1. Pré-tratamento de matérias-primas: Use partículas de EVA de alta pureza, controle a proporção de material reciclado dentro de 10%, peneire para remover impurezas antes da alimentação e seque as matérias-primas (temperatura 60–80 ℃, tempo 2–3h). 2. Otimize os parâmetros de temperatura: Controle o gradiente de temperatura de cada zona da extrusora dentro de 140–170℃ (com a temperatura da cabeça da matriz ligeiramente mais alta em 10–15℃) para evitar superaquecimento localizado.
3. Limpe o equipamento: Limpe regularmente os corredores da matriz e os rolos da calandra para manter uma superfície lisa; use rolos com acabamento espelhado com rugosidade superficial Ra≤0,2μm.
4. Acelere o resfriamento: Aumente a velocidade do rolo de resfriamento para reduzir a temperatura do rolo de resfriamento (controlada em 20–30 ℃) e adicione um dispositivo de resfriamento de ar para auxiliar na modelagem.
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